domingo, 8 de janeiro de 2017

REFLEXÃO: ANO NOVO, SEGUNDO MASTRÂNGELO


Desejo de um feliz ano novo todos nós temos,

mas fazer o ano novo realmente feliz,

depende da atitude de cada um de nós”.

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(João Luis Mastrângelo)

NOTÍCIA: VACINA HPV PARA MENINOS - SUS

SUS inicia vacinação de meninos contra HPV

Postos de saúde oferecem doses para jovens entre 12 e 13 anos. Mais de 3,6 milhões devem ser imunizados
(Portal Brasil, 03/01/2017)

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O Brasil é o primeiro país da América do Sul e o sétimo do mundo a oferecer a vacina contra o HPV para meninos em programas nacionais de imunizações. A faixa-etária será ampliada, gradativamente, até 2020, quando serão incluídos os meninos com 9 anos até 13 anos.

A expectativa é que mais de 3,6 milhões de meninos sejam imunizados em 2017, além de 99,5 mil crianças e jovens de 9 a 26 anos vivendo com HIV/Aids, que também passarão a receber as doses. Para isso, o Ministério da Saúde adquiriu seis milhões de doses, ao custo de R$ 288,4 milhões. Não haverá custos extras para a pasta, já que, no ano passado, com a redução de três para duas doses no esquema vacinal das meninas, o quantitativo previsto foi mantido, possibilitando a vacinação dos meninos.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, destacou a importância da vacinação nos meninos. “A inclusão dos adolescentes faz parte de um conjunto de ações integradas que o Ministério da Saúde tem realizado com o objetivo de conseguir mais resultados com os recursos financeiros já disponíveis. É muito importante a inclusão dessa faixa-etária. Precisamos estimular esta faixa a participar das mobilizações para vacinação.”

Além disso, também receberão as doses as meninas que chegaram aos 14 anos sem tomar a vacina ou que não completaram as duas doses indicadas. A estimativa é de que 500 mil adolescentes estejam nessa situação. Até o ano passado, a faixa etária para o público feminino era de 9 a 13 anos. Desde a incorporação da vacina no Calendário Nacional, em 2014, já foram imunizadas 5,7 milhões de meninas com a segunda dose, completando o esquema vacinal. Esse quantitativo corresponde a 46% do total de brasileiras nessa faixa etária.

É muito importante que os pais tenham a consciência de que a vacinação começa na infância, mas deve continuada na adolescência. Pais e responsáveis devem ter, com os adolescentes, a mesma preocupação que têm com as crianças. A proteção vai ser muito maior se nós ampliarmos, cada vez mais, o calendário de vacinação da nossa população”, ressaltou a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, Carla Domingues.

HPV para meninos

O esquema vacinal para os meninos contra HPV é de duas doses, com seis meses de intervalo entre elas. Para os que vivem com HIV, a faixa etária é mais ampla (9 a 26 anos) e o esquema vacinal é de três doses (intervalo de 0, 2 e 6 meses). No caso dos portadores de HIV, é necessário apresentar prescrição médica.

Atualmente, a vacina HPV para meninos é utilizada como estratégia de saúde pública em seis países (Estados Unidos, Austrália, Áustria, Israel, Porto Rico e Panamá). A estratégia tem como objetivo proteger contra os cânceres de pênis, garganta e ânus, doenças que estão diretamente relacionadas ao HPV. A definição da faixa-etária para a vacinação visa proteger as crianças antes do início da vida sexual e, portanto, antes do contato com o vírus.

A vacina disponibilizada para os meninos é a quadrivalente, que já é oferecida desde 2014 pelo SUS para as meninas. Confere proteção contra quatro subtipos do vírus HPV, com 98% de eficácia para quem segue corretamente o esquema vacinal. Vale ressaltar que os cânceres de garganta e de boca são o 6º tipo de câncer no mundo, com 400 mil casos ao ano e 230 mil mortes. Além disso, mais de 90% dos casos de câncer anal são atribuíveis à infecção pelo HPV.

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HPV para meninas

Nas meninas, o principal foco da vacinação é proteger contra o câncer de colo do útero, vulva, vaginal e anal; lesões pré-cancerosas; verrugas genitais e infecções causadas pelo vírus. O HPV é transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. Estimativas da OMS indicam que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras do vírus. Em relação ao câncer do colo do útero, estudos apontam que 265 mil mulheres morrem devido à doença em todo o mundo, anualmente. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer estima 16 mil novos casos.


Para a produção da vacina contra o HPV, o Ministério da Saúde promoveu Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) com o Butantan. A transferência está sendo feita de forma gradual e tem reduzido o preço ano a ano. Até 2018, a produção da vacina HPV deverá ser 100% nacional.

VAMOS PREVENIR? 
INCENTIVE MENINOS E MENINAS 
PARA PARTICIPAREM DESTA CAMPANHA!!!

PESQUISA: ALTERAÇÕES NEUROLÓGICAS EM GESTAÇÕES COM ZIKA

Pesquisa da Fiocruz aponta alterações neurológicas em gestações com Zika

(Por Akemi Nitahara - Edição: Augusto Queiroz. Agência Brasil – 15/12/2016)

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Além da microcefalia, que tem relação comprovada com o Zika, um estudo recente da Fiocruz constatou que 39,2% das grávidas infectadas com o vírus tiveram bebês com alterações neurológicas e 7,2% das gestações não chegaram ao fim, totalizando 46,4% de desfechos adversos.

O artigo com o resultado da pesquisa foi publicado esta semana no The New England Journal of Medicine. O estudo foi feito com 345 gestantes que apresentaram manchas vermelhas, sendo que 182 delas (53%) tiveram positivo para Zika. Desse total, 125 fizeram parte do estudo, das quais116 tiveram os filhos nascidos vivos, sendo que uma gravidez foi de gêmeos. Portanto participaram do estudo 117 bebês nascidos entre janeiro e julho de 2016.

A chefe do Laboratório de Pesquisa Clínica em Doenças Febris Agudas do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), Patrícia Brasil, uma das autoras do estudo, explica que dos 117 bebês expostos ao Zika, 49 (42%) tiveram algum tipo de alteração comprovada em exame clínico ou radiológico de imagem do cérebro.

Isso significa que a microcefalia seria apenas uma ponta do iceberg. Nenhuma alteração é mais grave que a microcefalia, mas a gravidade [nesse caso] é que a gente não sabe como essas crianças com essas alterações vão evoluir”, disse.

O estudo começou em setembro de 2015 e em março deste ano foi publicado um trabalho mostrando as alterações que apareceram nos fetos. “Agora nós publicamos os resultados depois que o bebê nasceu. Porque você via no ultrassom e não sabia se era aquilo mesmo ou não. Agora, quando os bebês nasceram, a gente pôde reavaliar os achados e, para nossa surpresa, a proporção de bebês acometidos foi maior do que no ultrassom”, disse Patrícia.

Entre as 125 grávidas que fizeram parte da pesquisa foram registradas nove mortes fetais, sendo cinco abortos espontâneos no primeiro trimestre, dois no segundo e dois natimortos. Foi constatada microcefalia em quatro bebês (3,4%), sendo que dois tinham o tamanho normal e dois eram menores do que o esperado para a idade gestacional.

Entre o grupo sem Zika acompanhado pela pesquisa, composto por 61 gestantes, sete (11,5%) apresentaram gravidez de risco, enquanto no grupo com Zika o percentual foi de 46.4%, ou 58 casos. Entre as não infectadas, foram registrados quatro casos de mortesfetais, sendo que em dois deles a gestante teve chikungunya. Em apenas três (5%) dos bebês nascidos vivos nesse grupo foi registrada alguma alteração, sendo todos de baixo peso e uma das mães teve chikungunya.

O estudo mostrou também a gestação em que a mãe teve Zika aumenta o risco de alteração neurológica no bebê. Entre as que tiveram a doença no primeiro trimestre, 55% registraram anomalias, enquanto entre as que tiveram nos últimos três meses a proporção cai para 29%. Os cinco casos de aborto espontâneo também ocorreram nas gestantes que tiveram Zika no primeiro trimestre da gravidez, bem como nos dois casos de microcefalia desproporcional.

Entre as alterações mais verificadas estão calcificações cerebrais, atrofia cerebral, aumento ventricular e hipoplasia (desenvolvimento precário de um órgão ou tecido] de estruturas cerebrais, mas também houve casos de hemorragias cerebrais. Um total de 31 bebês apresentou resultados excessivamente anormais em exames neurológicos. Também foram observados alterações em exames oftalmológicos e de audição.

São alterações neurológicas, a criança pode ter alteração de fundo de olho, pode ter uma crise convulsiva... Às vezes é uma coisa muito sutil que só o neurologista percebe, às vezes a mãe percebe que tem alguma cosia estranha e não sabe exatamente o que é. Muitas dessas alterações podem ser corrigidas se a mãe for orientada a estimular a criança”, explicou Patrícia Brasil.

A pesquisadora recomenda um acompanhamento cuidadoso do desenvolvimento neurológico e com estímulo precoce dos bebês, para que o dano seja o menor possível. “Existe uma luz no final do túnel, que é a estimulação dos bebês. Quanto mais cedo fizer, melhor. Às vezes o bebê nasce aparentemente normal e quando faz um exame neurológico ou de imagem pode ter alguma alteração, como mostrou o nosso trabalho”, disse.


Os bebês que participam do estudo vão ser acompanhados até pelo menos os dois anos de idade.

CAMPANHA: JANEIRO BRANCO - AÇÕES EM SAÚDE MENTAL

CAMPANHA: JANEIRO BRANCO - AÇÕES EM SAÚDE MENTAL
(Janeirobranco.com)
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Proposta do Janeiro Branco: uma campanha que busca mostrar às pessoas que elas podem se comprometer com a construção de uma vida mais feliz para si mesmas.
O simbolismo da virada de ano nos inspira a planejarmos uma vida com mais realizações e mais coragem na busca dos nossos próprios sonhos. A virada de um ano para o outro é um presente que a própria humanidade se deu, uma fonte de energia, de inspiração, de coragem, de novas propostas, de resgate dos sonhos, de renovação das forças e de reorganização dos planos.

Assim, o Janeiro Branco será uma campanha muito marcante; uma espécie de portal simbólico, cultural e temporal a partir do qual todos os nobres objetivos dos “homens” podem ser planejados, perseguidos e alcançados.

Os 5 objetivos da Campanha Janeiro Branco:

1 – Fazer do mês de Janeiro o marco temporal estratégico para que todas as pessoas do mundo reflitam, debatam e planejem ações em prol da Saúde Mental e da Felicidade em suas vidas ao longo de todo o ano;
2 – Chamar a atenção de todo mundo para o tema da Saúde Mental nas vidas das pessoas;
3 – Aproveitar o início de todo ano para incentivar as pessoas a pensarem a respeito das suas vidas, dos seus relacionamentos e do que andam fazendo para serem verdadeiramente felizes;
4 – Chamar a atenção das pessoas para pensarem a respeito do que precisam mudar em suas vidas para serem, realmente, felizes;
5 – Mostrar às pessoas que sempre é possível o fechamento e a abertura de novos ciclos em busca da Felicidade em suas vidas – afinal, ano novo, vida nova, mente nova!

Como o Janeiro Branco pode ajudar as pessoas?

1 – Incentivando-as a pensar: o ano mudou – vamos mudar de vida também?
2 – Convidando-as a entender: assim como os anos, a vida é feita de ciclos – devemos concluir aqueles que não nos fazem bem e iniciar os que nos farão felizes!
3 – Fazendo-as perceber: a virada de ano é o momento simbólico que a humanidade criou para parar um pouco e pensar sobre si mesma – essa é uma boa hora para aproveitarmos o exemplo e fazermos o mesmo em relação as nossas próprias vidas!
4 – Encorajando-as a responder: Janeiro abre as portas de um novo ano para todos – será mesmo que precisamos repetir as escolhas ou condições do ano que passou e que nos impediram de ser, verdadeiramente, felizes?
5 – Motivando-as a calcular: um novo ciclo de 12 meses está se abrindo a nossa frente – há tempo de sobra para qualquer um de nós fazer por onde ser feliz e ajudar aos outros nessa tarefa.

#QuemCuidaDaMenteCuidaDaVida

Janeiro é um mês, naturalmente, terapêutico. 
Façamos da sua estratégica posição um ponto 
de partida privilegiado a partir do qual as pessoas 
movam-se em busca de mais sentidos 
positivos para as suas vidas.

Acesse mais informações:

Facebook: www.facebook.com/campanhajaneirobranco

E-mail: janeirobranco@gmail.com

Whatsapp Nacional do JB: (34)99966-1835

Whatsapp do JB em SP/SP: (11)96103-1543

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

MENSAGEM: NATAL DO ONTEM, DE HOJE E POR TODO SEMPRE, SEGUNDO TRASMONTANO - Parte 1

Prezados Gera's,
(Por Patrícia Trasmontano - Blog Gera Saúde)

É muito bom tê-los aqui nos Blogs "Gera Saúde" 
e "Espiritualidade Gera Saúde". 
Agradeço por visualizarem cada conteúdo selecionado 
e postado com muito carinho. 
E com imensa alegria, gostaria de celebrar 
com vocês este Presente Natal

Talvez alguns de vocês estejam se perguntando: 

- Como esta blogueira (eu) brasileira pode celebrar o Natal, 
 se o Brasil está em crise político-econômica e social, 
e se alguns lugares do mundo estão à beira do caos?

Eu só tenho a dizer que é possível celebrá-lo, 
independente das circunstâncias que vivenciamos!
Que as palavras escritas abaixo (Parte 2), 
sejam A Luz para iluminar e acabar 
com todas as trevas que assolam os seus dias...

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