terça-feira, 22 de novembro de 2016

REFLEXÃO: VIVER, SEGUNDO ANJOS W.

"Viver é uma arte. Saber viver é como
colocar na tela as tintas certas para, por fim,
ver uma obra completa e única.
Para viver, precisamos conhecer a nós
mesmos e descobrirmos o nosso lugar
e nossa missão no mundo."

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(Rev. Wildo dos Anjos, no livro "Retalhos")

FILME: DEUS NÃO ESTÁ MORTO/ GOD’S NOT DEAD

FILME: DEUS NÃO ESTÁ MORTO/ GOD’S NOT DEAD

FILME 1

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SINOPSE

Quando o jovem Josh Wheaton (Shane Harper) entra na universidade, ele conhece um arrogante professor de filosofia (Kevin Sorbo) que não acredita em Deus. O aluno reafirma sua fé, e é desafiado pelo professor a comprovar a existência de Deus. Começa uma batalha entre os dois homens, que estão dispostos a tudo para justificar o seu ponto de vista - até se afastar das pessoas mais importantes para eles.

DETALHES

Título original: God's Not Dead
Distribuidor: Graça Filmes
Data de lançamento 21 de agosto de 2014 (1h 53min)
Direção: Harold Cronk
Elenco: Shane Harper, Kevin Sorbo, David A.R. White
Gênero: Drama
Nacionalidade: EUA
Classificação: Não recomendado para menores de 10 anos

FILME 2

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SINOPSE

Grace Wesley (Melissa Joan Hart) é uma professora cristã que, ao responder uma pergunta feita por uma de suas alunas, Brooke (Hayley Orrantia), acaba falando sobre Jesus Cristo em plena sala de aula. Tal situação lhe rende um processo administrativo impulsionado pela diretora Kinney (Robin Givens), que não quer que assuntos religiosos sejam tratados dentro da escola. Após se recusar a pedir desculpas pelo ocorrido, Grace é processada pelos pais de Brooke, que acreditam que a polêmica em torno do julgamento possa facilitar a entrada da garota em uma universidade de prestígio.

DETALHES

Título original God’s Not Dead 2
Distribuidor California Filmes
Data de lançamento 7 de abril de 2016 (2h 00min)
Direção: Harold Cronk
Elenco: Melissa Joan Hart, Ray Wise, David A.R. White
Gênero: Drama
Nacionalidade: EUA
Classificação: Não recomendado para menores de 10 anos


TENHA AGRADÁVEIS MOMENTOS DE REFLEXÃO!!!

ARTIGO: RELAÇÃO ENTRE CÂNCER E ALIMENTAÇÃO

População ainda ignora relação entre câncer e alimentação adequada
Estudos indicam que combinação de alimentação saudável, exercícios físicos e peso adequado reduz surgimento de diversos tipos de câncer, segunda maior causa de óbito no Brasil
(Por Luciano Velleda - Rede Brasil atual - 17/10/2016)

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São Paulo – É pela boca que uma quantidade significativa da população dos tempos modernos tem morrido. Atualmente, a alimentação e a nutrição inadequada são consideradas a segunda causa de câncer capaz de ser evitada. Nos países em desenvolvimento, entre eles o Brasil, a má alimentação corresponde por até 20% dos casos de câncer e por 35% das mortes causadas pela temível doença – apenas atrás do tabagismo.

Os dados foram apresentados hoje (17) por Thainá Alves Malhão, coordenadora substituta da Unidade Técnica de Alimentação, Nutrição e Câncer do Instituto Nacional do Câncer (Inca), durante o encontro Cartografias da Agricultura Brasileira.

Em pouco mais de uma hora, a nutricionista e doutora em saúde coletiva mostrou uma série de dados e pesquisas que evidenciam o quanto a população, em geral, acredita que está se alimentando, mas na realidade está trilhando o caminho para o desenvolvimento de algum tipo de câncer. São 20 milhões de novos casos de câncer no mundo a cada ano, sendo 600 mil no Brasil, onde já é a segunda maior causa de morte no país.

Segundo Thainá, o hábito de uma alimentação in natura, baseada em frutas, legumes, verduras, cereais integrais, feijões e outras leguminosas, tem efeito protetor contra o câncer, podendo evitar entre três e quatro milhões de novos casos da doença, por ano, no mundo. “O oposto é uma dieta baseada em produtos ultraprocessados, que são aqueles prontos para o consumo ou que necessitam apenas aquecer, além de bebidas açucaradas”, explicou. Em 2011, por exemplo, estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), com 18 produtos que estampavam a imagem de uma fruta em seu rótulo, revelou que oito não apresentaram nenhum vestígio da fruta em questão. Na maior parte dos outros dez produtos, havia apenas cerca de 1% da fruta.

Tripé da saúde

Combinada com uma alimentação baseada em produtos in natura, a coordenadora do Inca destaca a importância da atividade física diária e do peso corporal adequado como práticas que evitam o surgimento de um em cada três casos de câncer mais comuns. Isso significa que de cada 100 pessoas com câncer, 33 poderiam não ter a doença.

Thainá Malhão explicou que o excesso de gordura corporal causa alterações hormonais e um estado inflamatório crônico que estimula a proliferação celular e prejudica a apoptose (morte programada das células). Neste quadro, a gordura contribui para a formação e a progressão de diversos tipos de câncer, como o de esôfago, estômago, pâncreas, vesícula biliar, fígado, intestino, rins, mama, ovário, endométrio, entre outros.

No Brasil, 82 milhões de pessoas têm excesso de peso, pouco menos da metade da população de 206 milhões de habitantes, segundo o IBGE. Thainá Malhão alertou que 23% dos adultos brasileiros consomem refrigerante ou suco artificial regularmente (cinco vezes ou mais por semana) e mais de 70% da população do país consome elevadas quantidades de sódio.

Estudo realizado pelo centro de pesquisa Center for Science in the Public Interest (CSPI), nos Estados Unidos, em parceria com instituições governamentais e de pesquisa de diversos países, testou a quantidade da substância 4-MI (4-metil-imidazol), em latas de uma marca de refrigerante a base de cola vendida no Brasil, Canadá, China, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, México e Reino Unido. Tal substância é um subproduto do corante caramelo IV, presente nos refrigerantes e classificado como possivelmente cancerígeno pela Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (Iarc), da Organização Mundial da Saúde (OMS). O resultado do estudo mostrou que o refrigerante vendido no Brasil continha 267 microgramas (mcg) de 4-MI em uma lata de 355 ml, o maior índice dentre todos os países pesquisados.

Apesar das evidências científicas, a coordenadora do Inca apresentou uma pesquisa realizada no Reino Unido, em 2013, na qual 49% dos entrevistados não acham que a comida tem relação com o câncer; 66% não acreditam que a atividade física se relaciona com a doença; e 59% não creem que o peso corporal também está ligado ao câncer. “Considerando o nível educacional do Reino Unido, podemos imaginar que o resultado dessa pesquisa não seria muito diferente no Brasil”, ponderou Thainá Malhão.

Pesquisa realizada pela Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (Iarc) indica que a adesão às recomendações de consumo de alimento in natura, atividade física e peso adequado diminui em 10% o surgimento da doença e reduz em até 61% a mortalidade dos pacientes em tratamento.

In natura, apesar dos agrotóxicos

Durante a palestra, a coordenadora do Inca enfatizou a importância de se optar pelo uso de produtos alimentícios orgânicos ou agroecológicos, tanto pela questão da saúde, quanto pela preservação do meio ambiente e apoio a agricultura familiar. Mas se o consumo de produtos orgânicos não for possível, Thainá Malhão afirmou que ainda assim é melhor usar frutas, verduras e legumes mesmo com resíduos de agrotóxicos do que consumir produtos processados e ultraprocessados.

“Há evidências de que os benefícios na prevenção do câncer superam os malefícios do consumo desses alimentos com agrotóxicos”, disse ela, explicando que as vitaminas, minerais, fibras e fitoquímicos existente nos vegetais previnem contra diversos tipos da doença. “O ideal é consumir produtos orgânicos, mas se não for possível, não se pode deixar de usar esses alimentos”, afirmou, enfatizando que estudos indicam que a redução do consumo de frutas, legumes e vegetais pode aumentar os casos de câncer.

CAMPANHA: DOENÇAS QUE MAIS AFETAM A SAÚDE DO HOMEM

Novembro Azul: saiba quais doenças mais afetam a saúde do homem
Criada em 2011, a campanha originalmente visava a orientar a população masculina sobre o câncer de próstata
(Por Paula Laboissière, da Agência Brasil - 01/11/2016)

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Brasília – A partir de hoje (1º), a campanha Novembro Azul passa a ser um movimento permanente e que contempla a saúde integral do homem. A proposta do Instituto Lado a Lado pela Vida, que coordena a ação, é mobilizar a população masculina e seus responsáveis diretos, no caso de crianças e adolescentes, para conhecerem mais sobre sua saúde, em diferentes fases da vida.

Na página da campanha (http://www.ladoaladopelavida.org.br/campanha/novembro-azul), o instituto disponibilizou uma lista das doenças que mais afetam a saúde masculina, seja na infância, na adolescência, na fase adulta e na terceira idade. Ao clicar em cada uma delas, é possível encontrar informações sobre diagnóstico, fatores de risco, prevenção, sintomas e tratamento.

Na infância, as doenças citadas incluem fimose, infecção urinária e prostatite (inflamação da próstata). Já entre adolescentes, a lista destaca arritmia cardíaca, doenças sexualmente transmissíveis e ejaculação precoce. Na fase adulta, aparecem doenças como cálculo urinário e diversos tipos de câncer. Por fim, na terceira idade, integram a lista diabetes, disfunção erétil e hipertensão arterial.

"Por meio da informação, junte-se a nós na conscientização dos cuidados com a saúde e mudança de hábitos, da importância do diagnóstico precoce e adesão ao tratamento", propõe o Instituto Lado a Lado pela Vida.

Sobre o Novembro Azul

Criada em 2011, a campanha, originalmente, visa orientar a população masculina sobre o câncer de próstata. A doença figura como o segundo tipo de câncer mais comum entre homens, com mais de 13 mil mortes anuais – uma a cada 40 minutos. Mais de 61 mil novos casos devem ser registrados no país em 2016, segundo o Instituto Nacional do Câncer.

Durante todo o mês de novembro, serão realizadas atividades de orientação sobre o câncer de próstata e a saúde do homem e ações para estimular a atividade física. Haverá distribuição de material informativo e prédios serão iluminados na cor azul – entre eles, o Viaduto do Chá, em São Paulo, e o Congresso Nacional, em Brasília.

Um dos destaques da programação é o II Fórum Ser Homem no Brasil, marcado para a próxima segunda-feira (7). Com apoio do Senado Federal, o evento vai reunir profissionais de saúde, parlamentares, governantes, representantes do Ministério da Saúde e população em geral para debater a prevenção e o combate ao câncer de próstata e outros tipos de câncer, como de pênis e testículo.

Nas redes sociais, a campanha vai tratar da saúde integral do homem e usará as hashtags #novembroazul , #denovembroanovembroazul , #menospreconceito e #maisvida. A programação completa do Novembro Azul pode ser conferida no site do instituto.

HOMEM, CUIDE BEM DA SUA SAÚDE E COMPARTILHE!!!

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

ARTIGO: RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL - EMPRESA CIDADÃ


A contribuição das relações públicas para a criação da empresa-cidadã
(Por Luiz Carlos de Macedo e Marcelo Bertini Aversa - FGV Cursos)

 

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Há duas décadas atrás, no Brasil, era quase impossível imaginar que, algum dia, uma empresa pudesse ser avaliada pelo mercado, a partir de seu desempenho ético e do relacionamento que ela tem com a comunidade e demais públicos de interesse (stakeholders). No entanto, o país tem percebido, cada vez mais, uma força mobilizadora tomando conta da consciência dos indivíduos e sensibilizando as mais variadas instituições.

Esse fenômeno, denominado Responsabilidade Social Empresarial vem sendo discutido, incessantemente, no meio empresarial e acadêmico e, despertando na sociedade, a importância da atuação socialmente responsável pelas organizações em geral.

No meio empresarial brasileiro, pode-se perceber duas visões distintas sobre a atuação social: a visão pós-lucro da Responsabilidade Social Empresarial, e a visão pré-lucro da Responsabilidade Social Empresarial.

A primeira visão surge da mentalidade clássica da Administração de Empresas, a da pura e simples maximização dos lucros, na qual a análise ambiental não é utilizada como ferramenta estratégica. Neste contexto, as ações normalmente partem após um acontecimento nas comunidades vizinhas, com repercussões negativas para a empresa, como desastres ambientais, situações diversas de calamidade, elevados índices de criminalidade, analfabetismo, péssimas condições de saneamento, dentre outros diversos tipos de carências sociais.

A segunda visão tem como objetivo maior, o desenvolvimento sustentável da sociedade, fazendo parte do planejamento estratégico da organização, apontando para o equilíbrio entre performance corporativa, ética e compromisso social.

Atualmente, fatores como educação, saúde, meio ambiente, segurança, cultura, esporte e lazer são responsáveis pela continuidade de um crescente ciclo de consumo e pelo desenvolvimento de toda a cadeia produtiva em torno da sociedade.

Por tudo isso, as empresas e as comunidades devem zelar pelo consumo consciente, ou seja, o uso de bens e serviços que atendam às necessidades básicas e tragam uma melhor qualidade de vida à população, ao mesmo tempo, que minimizem a utilização de recursos naturais, materiais tóxicos, a emissão de poluentes, de forma a não prejudicar as futuras gerações. Somente assim, as empresas tornam-se verdadeiras empresas-cidadã, gerando consumidores responsáveis e buscando continuamente a solução ou, ao menos, a diminuição das carências sociais existentes.

Nem é preciso ser um bom observador para verificar que as empresas socialmente responsáveis, que pensam não somente no lucro, mas, acima de tudo, no ser humano, são mais valorizadas e reconhecidas, com a preferência dos seus clientes. Essas ações estão se transformando numa poderosa vantagem competitiva no desenvolvimento dos negócios das organizações, já que os consumidores valorizam a preocupação das empresas em tornar a sociedade mais equilibrada, com menos injustiças e desigualdades.

O tema está sendo amplamente discutido, mas ainda é só o começo de uma verdadeira revolução no meio empresarial. Para que isso se torne, de fato, parte da cultura das organizações, cabe aos profissionais que lidam com as informações e com relacionamento público, tomar partido na consolidação dessas mudanças, no intuito de divulgar, cada vez mais, a Responsabilidade Social Corporativa e, ao mesmo tempo, ser capaz de se inserir neste contexto, orientando a gestão empresarial no caminho da empresa-cidadã.

O conceito de Responsabilidade Social Empresarial vem se consolidando como uma iniciativa interdisciplinar, multidimensional e associada a uma abordagem sistêmica, focada nas relações entre os públicos, ligados direta ou indiretamente ao negócio da empresa. Portanto, é imprescindível a sua incorporação à orientação estratégica da empresa, refletida em desafios éticos para as dimensões econômica, ambiental e social dos negócios.

Sendo assim, o profissional de Relações Públicas, cumprindo com seu papel social, está se tornando um agente fundamental, dentro deste contexto, porque detém as qualidades necessárias para lidar com a Responsabilidade Social. Além de ser capaz de gerenciar o relacionamento da empresa com os seus públicos-alvo, está apto a desenvolver o planejamento das comunicações, auxiliado pela utilização de pesquisas qualitativas exploratórias e estudos quantitativos, na formulação e no controle de estratégias que visam ao desenvolvimento de habilidades interpessoais, liderança e trabalho em equipe, formas de canalização da motivação dos funcionários e de geração de um clima organizacional positivo, identificado com o envolvimento em ações voluntárias na comunidade.

O fortalecimento da Responsabilidade Social Empresarial por meio do know-how e das estratégias de Relações Públicas gera nos consumidores e, em todos os outros grupos ligados à empresa, atitudes que propiciam um retorno social. Este retorno social é representado por benefícios de diversas ordens (econômico-financeiros, estratégicos, éticos e motivacionais), dentre eles o fortalecimento do conceito em relação aos seus públicos de interesse, a potencialização da marca, a lealdade dos clientes já existentes e a conquista de novos, uma maior divulgação na mídia, a obtenção de reconhecimento público, o aumento da auto-estima e da motivação dos funcionários.

Esse é o compromisso do profissional de Relações Públicas com um novo tempo, posicionando-se como uma forte liderança dessa ação transformadora, que torna o mercado um círculo virtuoso, onde todos são clientes, parceiros e fornecedores cumprindo seus papéis, em bases sólidas, na busca de uma sociedade mais justa.

É valioso perceber que, atualmente, as empresas e as pessoas estão dispostas a colaborar com sua parte, para que todos tenham melhores oportunidades, garantindo o diálogo, a participação e, conseqüentemente, o resgate da cidadania. Por isso, é essencial que as Relações Públicas façam parte desse movimento de Responsabilidade Social Corporativa e que os profissionais da área atuem como verdadeiros agentes de mudança, dando a sua contribuição para a criação da empresa-cidadã.